Film: Un Traductor

On the film <br> Un Traductor

I’ve recently seen Un Traductor here in Washington, D.C., about a professor of Russian literature at Universidad de La Habana turned into a medical interpreter where Chernobyl’s nuclear disaster’s victims are being treated in Cuba.

Brazilian actor Rodrigo Santoro is compelling, intense and spellbinding (did you hear #crush?) as Malin, who gradually detaches from his own family, as he becomes emotionally and physically depleted by the pain and agony of watching children perishing from radiation before his very eyes.

In a conversation with director brothers, Rodrigo and Sebastián Barriuso, it becomes clear that they took many liberties in turning autobiography (based on their dad’s story) into elements of the seventh art – philosophically, about a man’s growing pains.

While the plot has a few weak elements, the film is still a win to bring visibility to Cuba, Chernobyl, languages and translation and interpretation. First, let’s talk language: Santoro learned (Cuban) Spanish and Russian phonetically in two months and then took a deep dive into Stanislavsky’s method acting of complete emotional identification with the part. Then, let’s talk profession: unless you’ve not been reading my blog, you know that translators write and interpreters speak, but the director duo specifically chose The Translator because “interpreter” could be confused with “singers” or “actors”.

Here’s the trailer:

Vale a pena contratar um intérprete profissional?

Este vídeo chegou ao meu conhecimento pela colega Roberta Barroca, da Almavox. O vídeo envolve o Aldo, lutador brasileiro de MMA, e uma tradução literal, com uma história sobre um coveiro e s*x* a*a*. Oi? Sim, é isso o que acontece quando se resolve economizar na interpretação!

Tudo isso acontece no contexto de uma entrevista à imprensa, quando a intérprete do lutador foi ex-tre-ma-men-te infeliz na interpretação literal de uma expressão “impublicável” e deixa o jornalista completamente sem graça.  Confiram:

Para entendermos o caso, Aldo estava falando sobre o seu peso:

– Eu já sabia que estava no peso, já tinha feito a pesagem antes, mas como a gente estava falando ali, geralmente eu (me) finjo de morto pra c*** o c** do coveiro – exclama Aldo, sorridente.

A intérprete teria se dado melhor se tivesse apenas falado que o Aldo queria “esconder o jogo” para surpreender os adversários. Ela poderia ter falado: “he likes to play his cards to get ahead of the competition,” or “he likes to play dumb to fool the competitors“. Além disso, ao trabalhar no modo consecutivo, a intérprete poderia ao menos ter perguntado ao Aldo o que ele realmente quis dizer com uma expressão tão idiomática.

Moral da história: SEMPRE contrate  #intérpretes #profissionais para o seu evento, para não passar por esse mico…