Hoje é dia 25 de janeiro e a minha cidade completa 463 anos!

Os seus quase 20 milhões de habitantes a tornam a 7a maior cidade do planeta e com isso, ela é não só a referência comercial no Brasil, mas também na América Latina. Esta megalópole lidera o 10o PIB mundial e cerca de 12% do PIB brasileiro.

São Paulo não poderia ser o que é – grande, imponente e vitoriosa, sem os seus imigrantes. Meu pai, por exemplo, saiu do Piauí, trilhando o destino clássico de muitos nordestinos rumo à região Sudeste. E com ele e como ele, vieram outros nordestinos, paranaenses, candangos, amazonenses e tantos outros do próprio Brasil. E estes somaram-se aos japoneses (viva a Liberdade, sentimento e bairro!), italianos, sírios e libaneses, portugueses, armênios, lituanos e tantos outros.

E como não falar do seu monstruoso caos urbano que produziu uma interessante malha cultural, com o MASP, que formou o meu gosto pela arte, a ilha verde do Parque do Ibirapuera, o espaço mágico de poesia e literatura da Casa das Rosas,  o mágico reino das palavras do Museu da Língua Portuguesa e a histórica Praça da Sé, palco da passeata pelas eleições Diretas Já? Como não falar dos ônibus lotados de gente conversando, estudando, falando em um sotaque todo seu? E não podemos esquecer também da comida paulistana, uma mistura da comida italiana, árabe, judaica, japonesa, paulista e interiorana.

É por isso e muito mais, ao qual eu jamais poderia fazer justiça, São Paulo, que o lema no seu brasão, “non ducor, duco”, (não sou conduzido, conduzo), faz tanto sentido.

Hoje e sempre, parabéns, São Paulo!

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